Segundo a Polícia Militar da cidade, a agência estava lotada de clientes, já que era dia de pagamento de servidores públicos e aposentados. Ainda houve troca de tiros com policiais militares, sendo que duas residências, vizinha ao banco ficaram atingida com os tiros deflagrados pelos bandidos. “Mais graças a Deus não houve feridos, mas algumas pessoas desmaiaram”. Afirmou um policial militar que participou do tiroteio.
O policial afirmou ainda que o assalto durou de 15 a 10 minutos, um vigilante do banco foi ferido com uma coronhada. Os assaltantes fugiram pela BR-101, em direção à Eunápolis, em caminhonetes Frontier e Hilux e em uma picape Courier, levando quatro reféns, entre eles o gerente e um vigilante do banco.
Os reféns foram levados na carroceria de uma das caminhonetes. Um deles contou que um dos marginais estava com uma granada. Ainda de acordo com o relato, um caminhoneiro não quis dar passagem à quadrilha na BR-101 e eles atiraram no pneu da carreta.
Testemunhas afirmaram que o grupo já chegou abordando os clientes e disparou um tiro dentro da agência. Eles deram ainda um prazo de poucos minutos para a funcionária responsável pelo cofre recolher todo o dinheiro e a todo o tempo perguntavam se havia policiais no local.
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Os reféns foram libertados três quilômetros depois, nas proximidades da rodovia que liga a BR-101 a fábrica da Veracel. Na fuga, eles foram vistos ostentando as armas e chegaram a jogar objetos pregos na pista, para furar os pneus das viaturas da polícia. Todo tempos os bandidos faziam ameaças de mortes aos reféns.
Os assaltos bancários na cidade de Itagimirim são freqüentes. Os bandidos preferem as cidades pequenas, devido ao baixo efetivo policial e as melhores rotas de fuga. Em Itagimirim, por exemplo, o local com maior aparato policial mais próximo é Eunápolis, que fica distante cerca de 40 quilômetros. Afirmou um investigador da Polícia Civil de Eunápolis.
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