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Ex-policial militar morre em confronto com a Polícia Civil durante Operação Arcanjo Traidor na Pituba

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta sexta-feira (17), a Operação Arcanjo Traidor, em Salvador e no município de Camaçari. A ação foi realizada por meio das equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), que cumpriram dois mandados de prisão e um de busca e apreensão através da Delegacia Especializada Antissequestro (DAS), com apoio da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).



As ordens judiciais foram cumpridas no distrito de Barra de Pojuca, na Região Metropolitana da capital, e no bairro da Pituba, onde o principal alvo da operação, um homem de 41 anos, ofereceu resistência. Durante o confronto, ele foi ferido e socorrido para uma unidade hospitalar, onde não resistiu.

As investigações, que seguem em andamento, apontam que o suspeito integrava um grupo especializado em crimes de extorsão mediante sequestro, e era envolvido em, ao menos, dois casos ocorridos no mês de março, além de possuir histórico por homicídio e porte ilegal de arma de fogo. 

Grupo Criminoso

Apontado como integrante de um grupo especializado em extorsão mediante sequestro, um homem de 41 anos, alvo da Operação Arcanjo Traidor, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia na manhã desta sexta-feira (17), possuía mandados de prisão em aberto e era investigado por envolvimento em ao menos cinco casos. Ele também possuía histórico criminal por homicídio e porte ilegal de arma de fogo.

 


As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada Antissequestro (DAS), unidade do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), apontam que o suspeito integrava uma organização criminosa responsável por ações violentas voltadas à prática de extorsão mediante sequestro. Entre os casos apurados, há o de uma vítima abordada pelo grupo no bairro de Mussurunga, em 5 de março, e outro em que uma pessoa foi sequestrada no município de Simões Filho, três dias antes.

 

O inquérito policial indica que, após serem levadas pelos criminosos, as vítimas eram mantidas no mesmo cativeiro, localizado em Barra de Pojuca, no município de Camaçari, onde a operação também cumpriu ordens judiciais. Outros três casos da mesma natureza seguem sob investigação da DAS.

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