O presidente do Fluminense de Feira, Luiz Carneiro Paolilo Filho, foi assaltado e baleado no final da manhã de ontem, na rua São Domingos, bairro Capuchinhos. O dirigente esportivo foi atingido com um tiro na perna e teve roubada uma quantia em dinheiro que seria utilizada para pagamento de parte da dívida existente entre o clube e órgãos federais.
De acordo com as informações iniciais, Paolilo foi à rua São Domingos e parou em frente ao CAD para pegar sua esposa, que estava trabalhando. Neste instante surgiram dois elementos montados em uma moto e anunciaram o assalto, levando do dirigente esportivo a quantia em dinheiro e baleando-o na perna. Luiz Paolilo Filho foi levado para o hospital HTO, onde recebeu atendimento e ficou observação.
Paolilo, que passa bem, contou que viveu momentos de pavor. “Tinha acabado de buscar meus filhos no colégio e estava esperando minha esposa sair do trabalho, quando dois homens chegaram em uma moto, um deles desceu encostou o revólver no meu pescoço e pediu o dinheiro, quando abaixei para pegar, ele atirou, depois pegou o dinheiro e fugiu”, disse.
Os ladrões levaram R$ 4,7 mil em dinheiro, que serviria para pagar parte do parcelamento da dívida do clube. “Uma parte já havia sido depositada e esta quantia também seria. Felizmente, nada mais grave aconteceu comigo. Estou bem e espero em pouco tempo retornar às minhas atividades que visam limpar o nome do Fluminense para um futuro melhor”, observa.
Paolilo foi atendido pelo diretor-médico do Fluminense, Richard Moreira. A bala transpassou a coxa esquerda. “Não houve lesão grave, nem fratura, o projétil não ficou alojado e, graças a Deus, não houve maior gravidade, de forma que ele vai ficar em observação e hoje (ontem) mesmo deve ser liberado para ficar em casa, se recuperando”, disse.
ESTRATÉGIA
O dirigente do Fluminense foi mais uma vítima de uma modalidade de assalto cada vez mais frequente na cidade. Mesmo com o aumento do efetivo de policiais e a presença de equipamentos modernos de segurança, a conhecida “saidinha” bancária não consegue ser coibida. Os assaltantes que praticam saidinha bancária costumam agir da mesma forma. E a logística é simples: bastam uma arma, uma moto e um telefone celular. Um “olheiro” fica dentro do banco observando se alguém realiza saques de valores altos. Ao identificar uma vítima, a pessoa liga para os integrantes da quadrilha, que se encontram do lado de fora da agência bancária.
Geralmente, é uma dupla numa moto. Pelo celular, eles ficam sabendo a roupa a vítima está vestindo e o valor aproximado do saque. Algumas agências estão se utilizando de alguns artifícios como a colocação de biombos junto aos caixas para evitar que os clientes que estão nas filas observem os que se encontram fazendo alguma operação. Mesmo assim, muitos “observadores” ficam de olho na movimentação do interior da agência para informar aos comparsas sobre as suas possíveis vítimas, suas características e as possibilidades de praticar o delito.
Por Cristiano Alves
9 comentários:
APROVEITANDO A OPORTUNIDADE VENHO PEDIR A POLICIA RONDA NO BAIRRO SANTA MONICA, AQUI ACONTECE ASSALTO COM PESSOAS EM PLENA RUA SÃO DOMINGOS COM FREQUENCIA, SÃO DOIS CARAS DE BICICLETA QUE NÃO DEIXA UMA BOLSA E CELULAR DAS PESSOAS.
Essee que roubam na Stª Mônuica São do Vietinã e só atravessar a Presidente Dutra.
Pode ver q quando tem feriado com indulto, o indiçe de assalto e homicidio aumentam, pois os beneficiados tem q fazer dinheiro pra pagar divida de droga, então... tem que fazer o corre.
Um capitão da PM, o qual não vou revelar... me disse q se não rolar droga na cadeia os caras ficam nervosos e o bagulho vira...
que vergonha meu jovem ( pedal) para essa cidade tao grande nós ver esses tipo de imformaçao e muito triste ver essa noticia nem dentro do prezidio consegue proibir o uso das DROGA sera que fica bonito pra um militar fazer esse comentario ainda mas fora do seu horario se serviço eu mim sinto muito vergonhoso en ver essa materia mas fazer o que ? se as autoridade ver e deixa ou contribui com esse comentario vamos ter mas um pouco de etica proficional prova que os bombos sujos tao com mas moral que os trabalhadores e cidadao de bem e uma vergonha pra minha cidade e pra todos vcs militares que trabalham dentro do presidio se isso esta acontecendo mesmo ou sao comentario inutil a saciedade deixo um abraço a todos!!!
pra vc q não sabe, a militar faz a segurança externa do presidio, quem tem contato direto com os presos são os agentes prisionais
É SÓ OBSERVAR, JA FAZIA TEMPO Q NÃO TINHAMOS TANTAS SAIDINHAS BANCARIAS, DESSE INDULTO DO DIA DOS PAIS PRA CA JA HOUVE VARIAS, QUINTA PASSADA AVISTEI UM MARGINAL AQUI DO FEIRA X Q ESTAVA PARADO NA FRENTE DO BANCO DO BRASIL, E ESSE MARGINAL FOI BENEFICIADO COM ESSE INDULTO. E AÍ A CULPA É DE QUEM? DA POLICIA Q JA FEZ A PARTE DELA EM PRENDE-LO? OU DA JUSTIÇA Q NÃO ESTAR NEM AÍ PRA NÓS PAIS DE FAMILIA?
sera verdade
Será não, é verdade sim.
Agora ta mais fácil ainda ser bandido. Saí mais barato e menos complicado que trabalhar com carteira assinada. Na cadeia os "contatos" são os mesmos e as ações impunes mais fáceis ainda. Trabalhar pra quê?? Se o governo ajuda e a legislação brasileira ta sempre pensando algo em "Prol Réu".
Benefícios, que sejam em Prol Réu, o Réu, o mesmo que bandido, mesmo que assaltante, mesmo que traficante, mesmo que assassino...
O "pulicia", como eles mesmos dizem estão ainda mais de mãos atadas, agora quando efetuam uma prisão têm que se calar e ouvir "num aperta a algema não doutor, que eu já vou sair".
Já foi o tempo que ser policia fazia a diferença, agora a tal "defensora publica vai pra tv e diz: " se o pobre do ladrão não tiver dinheiro pra pagar o advogado, nós podemos ajudar e o colocamos em liberdade".
Gostaria mesmo que essa liberdade levasse um deles pra tocar o terror, mas dentro da casa de uma louca dessa, as tais defensoras publicas de Feira.
mas a policia so quer saber de pegar as pessoas que tranzintam de moto sem habilitaçao tem quer pegar e vagabundo
Postar um comentário