A reportagem do Blog Polícia é Viola foi à cidade de Irará e conversou com o acusado Márcio dos Santos. Sem demonstrar arrependimentos, ele foi capaz de contar detalhes de como executou o primo. “Tudo começou quando ele fez ameaças de morte contra a minha pessoa. Ele chegava falava que ia me matar, aí, pra não morrer primeiro, tocaiei ele na porta de casa, peguei um cacete e um machado e esperei ele sair do bar. Quando ele chegou em sua casa, dei uma cacetada e ele caiu pronto, mas ainda estava vivo. Peguei o machado e dei mais três cacetadas na cabeça dele. Aí eu pensei: ‘Vou ter que esconder o corpo para ninguém ver’. Peguei o machado e dividi o corpo dele no meio; coloquei primeiro a parta das pernas, ou seja, da cintura para baixo, no banco da moto em que ele estava e conduzi até uma cisterna, que fica a poucos quilômetros do local. Depois, retornei, peguei a outra parte e levei para a cisterna. Voltei para o local limpei todo o sangue, mas, quando foi ontem, os policiais me prenderam”.
Márcio afirmou ainda que “na verdade, ele estava com ciúmes da amizade que tenho com uma garota de 13 anos. Ele achava que eu a namorava, aí ele ficava chantageando a menina, falando que se ela não namorasse com ele, ele contaria aos da menina que eu e ela tinha um caso. Mas eu sempre falava que não tinha nada com ela, e que ela era apenas uma garotinha e que gostava dela como amigo. Ele passou a me olhar com olhos atravessados, olhos feios e ameaçadores, e aí não contei conversa e fiz do que fiz”. Márcio dos Santos permanecerá preso na delegacia de Irará, à disposição da Justiça.
Márcio afirmou ainda que “na verdade, ele estava com ciúmes da amizade que tenho com uma garota de 13 anos. Ele achava que eu a namorava, aí ele ficava chantageando a menina, falando que se ela não namorasse com ele, ele contaria aos da menina que eu e ela tinha um caso. Mas eu sempre falava que não tinha nada com ela, e que ela era apenas uma garotinha e que gostava dela como amigo. Ele passou a me olhar com olhos atravessados, olhos feios e ameaçadores, e aí não contei conversa e fiz do que fiz”. Márcio dos Santos permanecerá preso na delegacia de Irará, à disposição da Justiça.
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