Fabrício Magalhães de Oliveira, 26, apresentou-se na manhã de ontem (08) na Delegacia Especial de Atendimento a Mulher (DEAM), para prestar esclarecimentos nas duas tentativas de mortes de que é acusado. O fato aconteceu no inicio da noite de sexta-feira (4) em um ponto de ônibus, no bairro Caseb, quando Fabrício esfaqueou sua ex-companheira, Elcir de Jesus Nunes, 19, e a tia da mesma, Ana Lice de Jesus Nunes. Elcir foi atingida com três facadas, uma no peito esquerdo e duas nas costas, enquanto a tia foi atingida nas costas e no peito.
Mãe de Elcir e irmã de Ana Lice, Edna Beatriz de Jesus Nunes revelou para a reportagem que Fabrício havia agredido fisicamente sua filha noutras ocasiões, sendo este o principal motivo da separação. “Minha filha estava separada dele há mais de dois meses e ele sempre a ameaçava, tentando forçar o retorno do namoro. Mas ela não queria mais, porque sofria muito nas mãos dele”.
Segundo Edna Beatriz, ele sabia que Elcir chegava do trabalho por volta de 18 horas e que ela vinha de ônibus, acompanhada de sua tia. “Assim que minha filha desceu do ônibus, ele começou a golpeá-la. Ela ainda tentou correr, mas ele conseguiu acertar uma facada no peito esquerdo, ela não aguentou e caiu, depois ele desferiu mais duas facadas nas costas. Minha filha ficou desacordada, aí ele pensou que a tinha matado e partiu para cima de minha irmã”.
Elcir ainda está hospitalizada no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) em estado grave. Ana Lice recebeu alta no sábado (05).
Arrogância desperta revolta
Integrantes do Movimento de Organização de Mulheres em Defesa da Cidadania (Momdec) ficaram revoltados com atitude do pai (nome não revelado) do acusado Fabrício Magalhães. O pai invadiu a sala onde o filho estava sendo ouvido, tocou em suas costas e disse: “Vamos embora, já falou demais”. Informou Fátima Santana, organizadora do Momdec.
Ainda segundo Fátima, todos que estavam na manhã de ontem na delegacia presenciaram a arrogância do pai do acusado, que não respeitou o movimento nem, tampouco, a Delegacia da Mulher. “Quando saiu da sala de audiência, acompanhado pelo pai, Fabrício passou por nós do movimento e da família da vítima e falou em alto e bom som: ‘mato e não dá em nada! ’”. Em seguida, os dois saíram acompanhados por agentes da DEAM, que os escoltaram até o carro, em segurança.
Mãe de Elcir e irmã de Ana Lice, Edna Beatriz de Jesus Nunes revelou para a reportagem que Fabrício havia agredido fisicamente sua filha noutras ocasiões, sendo este o principal motivo da separação. “Minha filha estava separada dele há mais de dois meses e ele sempre a ameaçava, tentando forçar o retorno do namoro. Mas ela não queria mais, porque sofria muito nas mãos dele”.
Segundo Edna Beatriz, ele sabia que Elcir chegava do trabalho por volta de 18 horas e que ela vinha de ônibus, acompanhada de sua tia. “Assim que minha filha desceu do ônibus, ele começou a golpeá-la. Ela ainda tentou correr, mas ele conseguiu acertar uma facada no peito esquerdo, ela não aguentou e caiu, depois ele desferiu mais duas facadas nas costas. Minha filha ficou desacordada, aí ele pensou que a tinha matado e partiu para cima de minha irmã”.
Elcir ainda está hospitalizada no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) em estado grave. Ana Lice recebeu alta no sábado (05).
Arrogância desperta revolta
Integrantes do Movimento de Organização de Mulheres em Defesa da Cidadania (Momdec) ficaram revoltados com atitude do pai (nome não revelado) do acusado Fabrício Magalhães. O pai invadiu a sala onde o filho estava sendo ouvido, tocou em suas costas e disse: “Vamos embora, já falou demais”. Informou Fátima Santana, organizadora do Momdec.
Ainda segundo Fátima, todos que estavam na manhã de ontem na delegacia presenciaram a arrogância do pai do acusado, que não respeitou o movimento nem, tampouco, a Delegacia da Mulher. “Quando saiu da sala de audiência, acompanhado pelo pai, Fabrício passou por nós do movimento e da família da vítima e falou em alto e bom som: ‘mato e não dá em nada! ’”. Em seguida, os dois saíram acompanhados por agentes da DEAM, que os escoltaram até o carro, em segurança.
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