Os familiares do garoto Felipe Cizano Silva Freitas, de 13 anos, também estavam no Complexo Policial Investigador Bandeira na hora da apresentação do adolescente de 16 anos, que confessou ter matado o garoto. Não conseguiam esconder a indignação com a versão do acusado.
Gilberto Martins Costa, pai de Felipe, disse para reportagem que “é revoltante uma situação desta, você ver o assassino do seu filho mentir descaradamente, ter uma cara de pau, falar que agiu por legitima defesa. Não existe! Vocês, repórteres, estão de prova: Olha o tamanho desse cara! Ele não tem menos do que 1,75m e é musculoso. Meu filho tinha apenas 13 anos e era uma criança franzina. Esse cara ainda diz que foi legitima defesa! Que país é esse, meu Deus?”.
“Outra coisa que deixa agente indignado é o cinismo desse assassino, que na delegacia alegou que foi meu filho quem ordenou o encontro deles, na casa dele (Silas). Jamais, um garoto de 13 anos iria ordenar nada. O que aconteceu foi que ele (acusado), mais “Léo Bactéria”, foram até o Colégio General Osório, onde meu filho estava estudando. O assassino se aproximou do meu filho e falou: ‘Felipe, você já terminou a sua prova, agora vamos até a minha casa, que eu vou lhe dar um presente’. Meu filho, inocente, foi e o presente que deram a ele foram as 10 facadas. Torturam meu filho, arrancaram um dente dele com um alicate, queimaram e ainda tentaram ocultar o corpo, para dificultar o trabalho da polícia. Foi uma vizinha que informou à mãe do acusado que não mexessem no corpo, que a polícia iria fazer a pericia”.
Gilberto afirmou ainda que o adolescente de 16 anos, não agiu só. Teve ajuda de um irmão, de “Léo Bactéria” e ainda a ajuda da mãe. “Segundo informações de vizinhos e colegas de Felipe, após o crime, o acusado ligou para mãe e falou: ‘Mãe, matei um ladrão aqui dentro de casa, e esse ladrão é o Felipe’. E a que a mãe teria respondido: ‘Saia de dentro de casa que eu resolvo’. Quando ela chegou, ainda tentou ocultar o corpo do meu filho em um terreno baldio que fica nos fundos da casa (onde aconteceu o crime), mas foi impedida por um vizinho”.
Gilberto Martins Costa, pai de Felipe, disse para reportagem que “é revoltante uma situação desta, você ver o assassino do seu filho mentir descaradamente, ter uma cara de pau, falar que agiu por legitima defesa. Não existe! Vocês, repórteres, estão de prova: Olha o tamanho desse cara! Ele não tem menos do que 1,75m e é musculoso. Meu filho tinha apenas 13 anos e era uma criança franzina. Esse cara ainda diz que foi legitima defesa! Que país é esse, meu Deus?”.
“Outra coisa que deixa agente indignado é o cinismo desse assassino, que na delegacia alegou que foi meu filho quem ordenou o encontro deles, na casa dele (Silas). Jamais, um garoto de 13 anos iria ordenar nada. O que aconteceu foi que ele (acusado), mais “Léo Bactéria”, foram até o Colégio General Osório, onde meu filho estava estudando. O assassino se aproximou do meu filho e falou: ‘Felipe, você já terminou a sua prova, agora vamos até a minha casa, que eu vou lhe dar um presente’. Meu filho, inocente, foi e o presente que deram a ele foram as 10 facadas. Torturam meu filho, arrancaram um dente dele com um alicate, queimaram e ainda tentaram ocultar o corpo, para dificultar o trabalho da polícia. Foi uma vizinha que informou à mãe do acusado que não mexessem no corpo, que a polícia iria fazer a pericia”.
Gilberto afirmou ainda que o adolescente de 16 anos, não agiu só. Teve ajuda de um irmão, de “Léo Bactéria” e ainda a ajuda da mãe. “Segundo informações de vizinhos e colegas de Felipe, após o crime, o acusado ligou para mãe e falou: ‘Mãe, matei um ladrão aqui dentro de casa, e esse ladrão é o Felipe’. E a que a mãe teria respondido: ‘Saia de dentro de casa que eu resolvo’. Quando ela chegou, ainda tentou ocultar o corpo do meu filho em um terreno baldio que fica nos fundos da casa (onde aconteceu o crime), mas foi impedida por um vizinho”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário