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Revoltas
Familiares, amigos e colegas de escola do garoto Felipe estão bastante revoltados com o acontecido: “Como é que pode um colega de escola de apenas 16 anos, tirar a vida do outro de 13 anos com tantas facadas e ainda tentar queimar o corpo. Com que fúria esse menino estava! Ninguém sabe os motivos desta tragédia. Meu Deus, onde vamos parar!?”, desabafou uma professora do Colégio General Osório, que não quis ser identificada.A família de Felipe, inconsolada com o acontecido, não suportou falar com a reportagem. O delegado Matheus Souza, do Serviço de Investigação da 1ª Delegacia, está à frente das investigações.

Na manhã de hoje (18), por volta de 10 horas, o estudante Felipe Cizano Silva Freitas, de apenas 13 anos de idade, foi assassinado com mais de 14 facadas. Fato aconteceu na residência de um colega de escola de prenome Silas.
Segundo a polícia, o principal suspeito de ter matado Felipe é um colega de escola (Silas). O suspeito teria atraído Felipe até a sua residência e em seguida pegado uma faca de aço inox (para churrasco) e desferiu mais de 14 facadas no corpo do garoto Felipe acertando costas, peito e abdome. O acusado arrastou o corpo de Felipe para o fundo da casa e tentou queimar o corpo da vítima com álcool. Depois fugiu.
Segundo policiais que estiveram no local do crime, as paredes do interior da residência estavam com marcas de sangue. Próximos ao corpo foram encontrados um vasilhame de álcool, a faca, e uma caixa de fósforos. Num dos cômodos da residência, a polícia encontrou também uma camisa do colégio General Osório e uma calça jeans suja de sangue. Os moradores da casa afirmaram para a polícia que a farda do colégio encontrada com marcas de sangue pertence a Silas, que, até então, não foi encontrado.
Outra suspeita
Familiares de Felipe estão acusando também um homossexual que é ex-presidiário e vinha aliciando o garoto há algum tempo. Familiares afirmaram também que não sabe se era para o garoto vender drogas ou algum desentendimento que tiveram.
Segundo a polícia, o principal suspeito de ter matado Felipe é um colega de escola (Silas). O suspeito teria atraído Felipe até a sua residência e em seguida pegado uma faca de aço inox (para churrasco) e desferiu mais de 14 facadas no corpo do garoto Felipe acertando costas, peito e abdome. O acusado arrastou o corpo de Felipe para o fundo da casa e tentou queimar o corpo da vítima com álcool. Depois fugiu.
Segundo policiais que estiveram no local do crime, as paredes do interior da residência estavam com marcas de sangue. Próximos ao corpo foram encontrados um vasilhame de álcool, a faca, e uma caixa de fósforos. Num dos cômodos da residência, a polícia encontrou também uma camisa do colégio General Osório e uma calça jeans suja de sangue. Os moradores da casa afirmaram para a polícia que a farda do colégio encontrada com marcas de sangue pertence a Silas, que, até então, não foi encontrado.
Outra suspeita
Familiares de Felipe estão acusando também um homossexual que é ex-presidiário e vinha aliciando o garoto há algum tempo. Familiares afirmaram também que não sabe se era para o garoto vender drogas ou algum desentendimento que tiveram.
Revoltas
Familiares, amigos e colegas de escola do garoto Felipe estão bastante revoltados com o acontecido: “Como é que pode um colega de escola de apenas 16 anos, tirar a vida do outro de 13 anos com tantas facadas e ainda tentar queimar o corpo. Com que fúria esse menino estava! Ninguém sabe os motivos desta tragédia. Meu Deus, onde vamos parar!?”, desabafou uma professora do Colégio General Osório, que não quis ser identificada.A família de Felipe, inconsolada com o acontecido, não suportou falar com a reportagem. O delegado Matheus Souza, do Serviço de Investigação da 1ª Delegacia, está à frente das investigações.
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