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Federais voltam a pedir saída do diretor-geral e param por 24 horas em protesto

Cerca de 500 policiais federais do Distrito Federal e representantes de sindicatos dos outros Estados voltaram a protestar na manhã desta quarta-feira (30) e estão reunidos em frente ao Ministério da Justiça durante paralisação de 24 horas. A categoria pede o afastamento do atual diretor-geral da Polícia Federal, Luís Fernando Corrêa, e tenta negociar o reenquadramento dos policiais da terceira para a segunda classe. O último protesto aconteceu em 25 de agosto e terminou sem avanço nas negociações.
Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal (Sindipol/DF), Claúdio Avelar, o pedido de saída de Luís Fernando Corrêa é unânime entre os policiais. "Nunca houve tanta intervenção política como na administração dele. Queremos realizar um trabalho técnico, mas com ele na administração estamos voltando ao tempo da ditadura", afirmou. De acordo com o sindicato, o rebaixamento de classe afeta 40% da categoria e é uma "decisão arbitrária do governo federal", porque os concursados foram aprovados para a segunda classe e foram colocados em uma terceira classe, que não existia e foi criada por medida provisória. O rebaixamento significa mais uma classe na carreira e, consequentemente, mais tempo de trabalho e mais tempo para se chegar à aposentadoria

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