O fogo destruiu um veiculo que estava no patio do galpão
Um incêndio destruiu parte de um galpão de uma fábrica de vinagre, na manha de ontem, por volta de 11 horas, localizada na Rua General Costa e Silva, no bairro Baraúnas. O galpão, além de abrigar a fábrica de vinagre, também servia para guardar objetos para reciclagem como papelão e plástico.
De acordo com Nilson Cupertino, proprietário da fábrica, o fogo não ganhou grande dimensão.”O fogo destruiu pouca coisa, pois conseguimos conter as chamas com o apoio do Corpo de Bombeiros. O incêndio, provavelmente, deve ter se iniciado através da instalação elétrica, que já estávamos trocando as fiações. Mas, graças a Deus, ninguém saiu ferido e o prejuízo eu calculo como zero, já que apenas plásticos e papelões foram queimaram”, contou o proprietário. O incêndio destruiu ainda veículo que se encontrava no pátio da fábrica.
O Capitão Emanoel Sacramento, do Corpo de Bombeiros, afirmou que o incêndio foi considerado de pequena proporção, uma vez que apenas uma parte do galpão foi incendiada. “A olho nu deu para verificar que, provavelmente, o incêndio foi causado por um curtocircuito, já que as instalações elétricas do galpão encontram-se em péssimo estado, sem nenhuma segurança para os funcionários da fábrica e nem para as pessoas que residem vizinhos ao galpão. Como o Bombeiro da Bahia não tem ainda autonomia para embarcar esses tipos de imóveis, a prefeitura deverá enviar ao órgão responsável para verificar as instalações elétricas do galpão e ver de perto como funciona a fabrica”, afirmou o Capitão.
O Capitão Sacramento afirmou ainda que além das instalações elétricas serem precárias, o galpão tinha bastante material combustão como papelão e plástico. O incêndio chamou a atenção de moradores do bairro baraúnas que foram observar de perto o trabalho do Corpo de Bombeiro.
Investigação
Peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) deverão fazer uma perícia na fábrica para descobrir o que realmente causou o incêndio. O Serviço de Investigação da Segunda Delegacia também fará uma investigação para saber se o incêndio foi criminal ou não.
De acordo com Nilson Cupertino, proprietário da fábrica, o fogo não ganhou grande dimensão.”O fogo destruiu pouca coisa, pois conseguimos conter as chamas com o apoio do Corpo de Bombeiros. O incêndio, provavelmente, deve ter se iniciado através da instalação elétrica, que já estávamos trocando as fiações. Mas, graças a Deus, ninguém saiu ferido e o prejuízo eu calculo como zero, já que apenas plásticos e papelões foram queimaram”, contou o proprietário. O incêndio destruiu ainda veículo que se encontrava no pátio da fábrica.
O Capitão Emanoel Sacramento, do Corpo de Bombeiros, afirmou que o incêndio foi considerado de pequena proporção, uma vez que apenas uma parte do galpão foi incendiada. “A olho nu deu para verificar que, provavelmente, o incêndio foi causado por um curtocircuito, já que as instalações elétricas do galpão encontram-se em péssimo estado, sem nenhuma segurança para os funcionários da fábrica e nem para as pessoas que residem vizinhos ao galpão. Como o Bombeiro da Bahia não tem ainda autonomia para embarcar esses tipos de imóveis, a prefeitura deverá enviar ao órgão responsável para verificar as instalações elétricas do galpão e ver de perto como funciona a fabrica”, afirmou o Capitão.
O Capitão Sacramento afirmou ainda que além das instalações elétricas serem precárias, o galpão tinha bastante material combustão como papelão e plástico. O incêndio chamou a atenção de moradores do bairro baraúnas que foram observar de perto o trabalho do Corpo de Bombeiro.
Investigação
Peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) deverão fazer uma perícia na fábrica para descobrir o que realmente causou o incêndio. O Serviço de Investigação da Segunda Delegacia também fará uma investigação para saber se o incêndio foi criminal ou não.
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