Local onde os marginais atacam os onibus
O número crescente de assaltos a ônibus do transporte coletivo provocou, na manhã de hoje, uma manifestação por parte dos profissionais que trabalham no setor. Motoristas e cobradores paralisaram as atividades por quase três horas no Terminal Central, em sinal de protesto contra a situação que vem se complicando ao longo do tempo. Somente na noite de segunda-feira, foram registrados seis assaltos contra o transporte coletivo, sendo que dois foram registrados nas primeiras horas da manhã de ontem.
Segundo o Sindicato dos Rodoviários, a manifestação parou 60% da frota de 180 ônibus. O movimento só terminou com a presença do secretário municipal de Transportes, Flailton Frankles, e do representante do 1º Batalhão da Polícia Militar (BPM), capitão Silva Neto. Eles se reuniram com os sindicalistas para discutir a situação.
Flailton Frankles afirmou que vai adotar algumas medidas para viabilizar a segurança de passageiros e dos rodoviários. Ele informou, ainda, que vai fazer um levantamento das áreas com maior incidência de assalto a ônibus. De acordo com o sindicato, os bairros mais perigosos são Sobradinho, Asa Branca, Pedra Ferrada, George Américo, Campo Limpo, Gabriela, Campo do Gado e Novo Horizonte.
Os sindicalistas contabilizam 700 assaltos apenas neste ano, com uma média de 30 a 40 crimes por mês. De acordo ainda com os sindicalistas quatro rodoviários estão afastados porque foram feridos em assaltos a ônibus. O capitão Silva Neto, representante da PM, disse que as áreas consideradas de risco serão fiscalizadas rigorosamente. "Faremos isso baseado nas informações dos rodoviários e vamos paralelamente buscar desenvolver ações integradas com a Polícia Civil, no sentido de impedir este tipo de crime que aumenta a cada dia", garante.
APELO
Um dos motoristas, Manoel Renato, que foi mais uma vítima na manhã de ontem, fez um apelo para os marginais: “Pelo amor de Deus, vocês podem roubar tudo, mais deixam nossas vidas em paz, estamos trabalhando para sustentar nossas famílias e não é justo sairmos de nossas casas e retornamos em um caixão, porque pelo que estamos vendo, vai acontecer isso há qualquer momento se as autoridades não tomarem posições.
Segundo o Sindicato dos Rodoviários, a manifestação parou 60% da frota de 180 ônibus. O movimento só terminou com a presença do secretário municipal de Transportes, Flailton Frankles, e do representante do 1º Batalhão da Polícia Militar (BPM), capitão Silva Neto. Eles se reuniram com os sindicalistas para discutir a situação.
Flailton Frankles afirmou que vai adotar algumas medidas para viabilizar a segurança de passageiros e dos rodoviários. Ele informou, ainda, que vai fazer um levantamento das áreas com maior incidência de assalto a ônibus. De acordo com o sindicato, os bairros mais perigosos são Sobradinho, Asa Branca, Pedra Ferrada, George Américo, Campo Limpo, Gabriela, Campo do Gado e Novo Horizonte.
Os sindicalistas contabilizam 700 assaltos apenas neste ano, com uma média de 30 a 40 crimes por mês. De acordo ainda com os sindicalistas quatro rodoviários estão afastados porque foram feridos em assaltos a ônibus. O capitão Silva Neto, representante da PM, disse que as áreas consideradas de risco serão fiscalizadas rigorosamente. "Faremos isso baseado nas informações dos rodoviários e vamos paralelamente buscar desenvolver ações integradas com a Polícia Civil, no sentido de impedir este tipo de crime que aumenta a cada dia", garante.
APELO
Um dos motoristas, Manoel Renato, que foi mais uma vítima na manhã de ontem, fez um apelo para os marginais: “Pelo amor de Deus, vocês podem roubar tudo, mais deixam nossas vidas em paz, estamos trabalhando para sustentar nossas famílias e não é justo sairmos de nossas casas e retornamos em um caixão, porque pelo que estamos vendo, vai acontecer isso há qualquer momento se as autoridades não tomarem posições.
Nenhum comentário:
Postar um comentário