Indio segundo a polícia era assaltante de alta periculosidade 
Após um tiroteio entre um bandido e três policiais civis da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), o marginal identificado apenas como “Índio”, considerado de alta periculosidade, morreu, enquanto o policial Joelton Oliva foi baleado com um tiro no abdome. O tiroteio aconteceu na tarde de hoje, na avenida João Durval, proximidades da Maternidade Materdei.
De acordo com um investigador que participou do tiroteio, a equipe de policiais foi constatar uma denúncia. “Recebemos uma informação que tinha um elemento armado dentro de uma residência no bairro Conceição e seguimos até o local. Chegando lá, não o encontramos dentro da residência”, relatou.
No entanto, quando a guarnição retornava para a delegacia, os policiais passaram por “Índio”, que pilotava uma moto e demonstrou nervosismo no momento em que a viatura era estacionada. Foi então que o marginal desceu da moto com uma pistola em punho e começou a disparar, ao mesmo tempo em que empreendia fuga
Na perseguição, o policial Joelton pegou uma motocicleta e seguiu atrás do bandido e quando chegou nas proximidades da maternidade, teve início o tiroteio. Joelton foi baleado e caiu sobre o canteiro central da avenida João Durval. Quando Índio se aproximou para deflagrar mais tiros, outro policial se aproximou e deflagrou tiros, mas o bandido recuou e invadiu o estacionamento da Materdei, tomando de assalto um veículo da Prefeitura de Feira.
Ao tentar prosseguir em fuga, colidiu o veículo em uma árvore e saiu atirando contra o policial. “Foi na hora que cheguei e consegui acertar um tiro nele, mesmo assim, ele não parava de atirar na minha direção e na direção do segundo policial. Depois consegui acertar mais três tiros nele, que não resistiu e veio a óbito”, lembra um policial.
Joelton Oliva foi socorrido pelos colegas e encaminhado para o hospital Emec, onde foi submetido a uma cirurgia. Segundo o delegado Marcelo Marques, a vítima passa bem e está fora de perigo.
Felinto Ribeiro Filho, motorista da Prefeitura que estava dentro do veículo tomado de assalto, afirmou que estava ouvindo o noticiário do rádio quando Índio chegou sem camisa e com arma nas mãos, pedindo para passar o carro senão o matava. “Não contei conversa, saí do carro e corri para o interior da maternidade, eu não vi mais nada”.
Pânico
Durante o tiroteio, dezenas de pessoas que transitavam pela João Durval e funcionários da Materdei viveram momentos de pânico. Segundo uma pessoa que presenciou o fato, o tiroteio durou aproximadamente 10 minutos.
Uma pessoa que não quis ser identificada, que reside em um prédio nas proximidades onde ocorreu o tiroteio, afirmou que estava na janela do apartamento quando começou a troca de tiros. “Parecia cenas de filmes, o bandido atirava no policial e o policial atirava no bandido, presenciei a hora que o bandido acertou na barriga do policial e o mesmo caiu, o bandido só não matou o policial porque chegaram mais dois policiais e começaram a atirar”. Três veículos foram alvejado
Após um tiroteio entre um bandido e três policiais civis da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), o marginal identificado apenas como “Índio”, considerado de alta periculosidade, morreu, enquanto o policial Joelton Oliva foi baleado com um tiro no abdome. O tiroteio aconteceu na tarde de hoje, na avenida João Durval, proximidades da Maternidade Materdei.
De acordo com um investigador que participou do tiroteio, a equipe de policiais foi constatar uma denúncia. “Recebemos uma informação que tinha um elemento armado dentro de uma residência no bairro Conceição e seguimos até o local. Chegando lá, não o encontramos dentro da residência”, relatou.
No entanto, quando a guarnição retornava para a delegacia, os policiais passaram por “Índio”, que pilotava uma moto e demonstrou nervosismo no momento em que a viatura era estacionada. Foi então que o marginal desceu da moto com uma pistola em punho e começou a disparar, ao mesmo tempo em que empreendia fuga
Na perseguição, o policial Joelton pegou uma motocicleta e seguiu atrás do bandido e quando chegou nas proximidades da maternidade, teve início o tiroteio. Joelton foi baleado e caiu sobre o canteiro central da avenida João Durval. Quando Índio se aproximou para deflagrar mais tiros, outro policial se aproximou e deflagrou tiros, mas o bandido recuou e invadiu o estacionamento da Materdei, tomando de assalto um veículo da Prefeitura de Feira.
Ao tentar prosseguir em fuga, colidiu o veículo em uma árvore e saiu atirando contra o policial. “Foi na hora que cheguei e consegui acertar um tiro nele, mesmo assim, ele não parava de atirar na minha direção e na direção do segundo policial. Depois consegui acertar mais três tiros nele, que não resistiu e veio a óbito”, lembra um policial.
Joelton Oliva foi socorrido pelos colegas e encaminhado para o hospital Emec, onde foi submetido a uma cirurgia. Segundo o delegado Marcelo Marques, a vítima passa bem e está fora de perigo.
Felinto Ribeiro Filho, motorista da Prefeitura que estava dentro do veículo tomado de assalto, afirmou que estava ouvindo o noticiário do rádio quando Índio chegou sem camisa e com arma nas mãos, pedindo para passar o carro senão o matava. “Não contei conversa, saí do carro e corri para o interior da maternidade, eu não vi mais nada”.
Pânico
Durante o tiroteio, dezenas de pessoas que transitavam pela João Durval e funcionários da Materdei viveram momentos de pânico. Segundo uma pessoa que presenciou o fato, o tiroteio durou aproximadamente 10 minutos.
Uma pessoa que não quis ser identificada, que reside em um prédio nas proximidades onde ocorreu o tiroteio, afirmou que estava na janela do apartamento quando começou a troca de tiros. “Parecia cenas de filmes, o bandido atirava no policial e o policial atirava no bandido, presenciei a hora que o bandido acertou na barriga do policial e o mesmo caiu, o bandido só não matou o policial porque chegaram mais dois policiais e começaram a atirar”. Três veículos foram alvejado
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