sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Oito bandidos que roubou vários bancos na Bahia pegam 16 anos de prisões

Oito pessoas foram condenadas pela Justiça Federal, acusadas de participar de assaltos simultâneos às agências do Banco do Brasil e dos Correios, em agosto de 2011, na cidade de Boa Nova, a 438km de Salvador.
Walter Pereira Carvalho Junior, Edson dos Santos, Sérgio da Anunciação Santos, Josenei de Jesus Santos, Denis Cortes Campo, Vilmar Florêncio Silva, Adilson Souza Lima e Ana Cláudia Ribeiro dos Santos foram condenados por práticas de roubo e crime de quadrilha armada. Os acusados cumprirão penas que variam entre 11 a 16 anos de reclusão, levando em conta o tempo cumprido em prisão preventiva.

Apenas Ana Cláudia teve a pena substituída por prestação de serviços comunitários e pagamento de cinco salários mínimos a uma entidade social. Diferente dos outros, ela foi condenada apenas por quadrilha armada.
As penas, porém, ainda não são definitivas. O Ministério Público Federal recorreu à decisão para aumentar a sentença dos réus.

Relembre o caso
No dia 29 de agosto de 2011, os acusados renderam dois policiais e roubaram suas armas e coletes, colocando-os como reféns na própria viatura e utilizando o veículo para levar R$466 mil de uma agência do Banco do Brasil e R$23 mil dos Correios, em Boa Nova, no sudoeste da Bahia.
Durante a fuga, atearam fogo em um caminhão para bloquear a BR-030. Os assaltantes foram vistos por policiais em um matagal, mas conseguiram fugir, deixando para trás armas, munições, coletes e um saco com R$405 mil.
Dois dias depois, a quadrilha fez quatro reféns na Fazenda Boa Esperança, no mesmo município. Eles são acusados, ainda, de ter praticado roubos a outras agências bancárias em Boa Nova e em Ibiassucê.
Em setembro de 2011, seis integrantes da quadrilha foram presos, incluindo o líder Adailson Souza Lima, o "Roceirinho", de 30 anos, que dominava o tráfico de drogas em Itaparica, Vera Cruz e outras regiões próximas.
Adailson financiava quadrilhas especializadas em ataques a instituições financeiras no interior do estado.

As informações são do Correio.

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