terça-feira, 7 de maio de 2013

Comprava celular com documentação falsa


Quando tentava adquirir mais um aparelho celular, numa loja de telefonia móvel, no Shopping Iguatemi, apresentando um RG falso, com sua fotografia, André Luis Franco, 39 anos, foi preso em flagrante por policiais da 6ª Delegacia Territorial (Brotas), que já o investigavam por golpes aplicados por ele em vários estabelecimentos do ramo.

A delegada Maria Dail Sá Barreto, titular da 6ª DT, apurou que o estelionatário se apropriou, nos últimos dois meses, de mais de 20 celulares pós-pagos, os quais conseguia revender pela metade do preço original, por meio da internet e anúncios em jornais.
A atendente da loja no Iguatemi reconheceu André Luis como o homem que esteve ali, outras duas vezes, aplicando o mesmo golpe, e acionou a polícia. Preso dentro do estabelecimento comercial, portava seis RGs falsos, com diferentes nomes. Para não levantar suspeitas, anexava fotografias suas nestes documentos e também apresentava comprovantes de residência e contracheques fictícios. Autuado em flagrante por estelionato e falsificação de documento público, André ficará custodiado no Complexo Policial dos Barris.
Morador do bairro de São Cristovão, o estelionatário afirmou, no interrogatório, aplicar o golpe há alguns meses, tendo aprendido os macetes do crime com um homem de prenome Geovani, cuja identidade é investigada.  Celulares pós-pagos de última geração eram os preferidos de André Luís, que segundo apuraram os investigadores, escaneava planilhas de RGs para confeccionar os documentos falsos e com estes obter os aparelhos.
Conta
Depois de escolher o celular na loja, o golpista se mostrava interessado em contratar um plano pós-pago oferecido pela empresa de telefonia. Fornecia ao vendedor os documentos pessoais exigidos para a compra parcelada, cujas prestações seriam cobradas nas contas telefônicas que chegariam mensalmente no endereço informado por ele. Além de lesar o lojista, o golpe de André Luís comprometia o crédito do cidadão pelo qual ele se fazia passar, que tinha o nome incluído no serviço de proteção ao crédito, por não pagar uma dívida que não contraiu.

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