sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Delegada diz que: Mulher desaparecida há 20 dias pode estar morta


A Polícia Civil de Feira de Santana está investigando o desaparecimento da dona de casa Raquel da Silva Alexandre, 21 anos, residente na rua Tijuca, no bairro do Parque Ipê.

Ela está desaparecida desde o dia 20 do mês passado, após os familiares da Pernambucana prestarem queixa na Delegacia Especial de Atendimento a Mulher (DEAM).

A delegada Ana Virgínia Paim, titular da especializada, informou que os familiares da jovem ainda nutrem esperanças. "Nunca podemos pensar negativo", declaram.

Ela morava com o marido em Serra Talhada no estado de Pernambuco, mas veio morar em nosso município há dois anos.

Os policiais realizaram várias buscas na residência e no quintal da casa, mas nada de evidências da jovem desaparecida. No local, móveis e mantimentos ainda estavam na geladeira que foi deixada pelo casal .

O marido Laurindo José de Lima, 68 anos e o filho do casal, de dois anos, também estão sumidos. “Um dos telefones dele está desligado, já o outro numero teria sido repassado à outra pessoa conforme investigações da polícia’’, enfatizou a delegada.

De acordo com as investigações da DEAM, o agricultor e a criança foram embora para o estado de São Paulo, mas ainda não foram localizados.

Os pais da jovem já estão na cidade e prestaram depoimento essa semana. Segundo a delegada Virginia, várias pessoas já foram ouvidas desde sumiço da dona de casa.

A delegada está repassando o caso para a Delegacia de Homicídios, sob o comando da Delegada Milena Calmon, pois acredita na possibilidade da jovem estar morta, embora o corpo não tenha sido encontrado até hoje (2).

Virginia Paim lembrou que este sumiço tem semelhanças com o caso de Eliza Samudio, namorada do goleiro Bruno.

Central de Policia, com informações e fotos de Denivaldo Costa e TV Subaé.

Um comentário:

cidadão feirense disse...

Essa delegada não sabe de nada a mulher esta viva e já vez contato com familiares, então a delegada tem que pedir desculpa a sociedade feirense pelo pronunciamento imbecil que a mesma vez, com base em que ela afirma uma asneira dessa, que a mulher estava morta.