terça-feira, 31 de julho de 2012

Policiais rodoviários federais conseguem evitar assaltos a bancos

Na madrugada desta terça-feira (31), por volta de 4h, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Feira de Santana, sob o comando do agente Muritiba apreendeu várias armas de grossos calibres que estavam no interior de um veiculo corsa, abandonado por cinco criminosos, após uma troca de tiros, na BR 324, nas proximidades do município de Tanquinho.

Os federais faziam patrulhamento pela BR, numa Operação de Combate a Assaltos e Roubos Contra Instituições Financeiras, quando suspeitaram do veiculo GM Corsa de cor vermelha, placa JOW-4602, licença de Juazeiro. Quando os federais se aproximaram para fazer uma abordagem, foram recebidos a tiros, a viatura da PRF chegou a ser baleada.

Os policiais reagiram, também com tiros, iniciando uma troca de tiros que percorreu aproximadamente 4 KM, pela BR 324, entre os municípios de Tanquinho e Feira de Santana. “Em todos os momentos, os criminosos, não paravam de atirar contra nossa equipe, depois entraram numa estrada vicinal, desceram do carro, todos os cinco com armas de grossos calibres atirando contra nos”. Contou Muritiba.

Ainda de acordo com o federal Muritiba, “eles entraram num matagal e não paravam de atirar, como para gente era ruim entrar para o matagal, já que eles tinham nossa visão a agente não a deles, continuamos próximo do veiculo e chamamos reforços. Antes de nos abordar, o veiculo deles, tinha outro carro um Gol, que vinha atrás e quando viu, a nossa presença, retornaram e fugiram em alta velocidade”.

AS ARMAS

Os policiais afirmaram ainda que, após os mesmos adentrarem no matagal, se camuflaram e não paravam de atirar contra nos, já que os mesmos queriam retornar para o veiculo e poder pegar as armas, mas não conseguiram. No interior do corsa, os federais encontraram dois fuzis de calibres 762 (Exclusivo das Forças Armadas); duas espingardas de calibres 12; dois revolveres 38; uma pistola 765; um artefato de fabricação caseira; dezenas de munições de diversos calibres e rouba do exercito.

INVESTIGAÇÃO

Policiais do Serviço de Investigações do Grupo de Apoio e Repressão Contra Crime de Instituições Financeiras (GARCCIF), já iniciaram as investigações desde primeiras horas dessa terça-feira. A equipe já esteve no local do tiroteio, já está checando o veiculo que os criminosos abandonaram.

Devido os números e tipos de armamentos apreendidos, os investigadores suspeitam que os criminosos, que fugiram façam parte de uma quadrilha de assaltantes de bancos que estão aterrorizando os municípios baianos. Também os policiais suspeitam que a quadrilha pode ser do Pernambuco.

QUAL SERIA O CRIME

Um investigador que não quis ser identificado afirmou para reportagem que faz questão, que a sociedade fique sabendo da fragilidade do nosso Código Penal. “Se por um caso, esses criminosos fossem presos, os crimes, que eles responderiam, seriam porte ilegal de arma e formação de quadrilha. Os dois crimes são fiançaveis e claro, que eles não ficariam 24 horas atrás das grades. Então, vamos cobrar dos políticos que mudem com urgência essas leis, que só estão beneficiando criminosos”.

3 comentários:

jonas de jesus disse...

Quero parabenizar a PRF bem como a PM, pelas últimas operações feitas na região metropolitana de feira de Santana, agora só falta a PC/PF, fazer sua parte que é investigar e identificar os integrantes da quadrilha de assalto a banco, com esse arsenal tudo leva a crer que realmente tratar de quadrilha de instituição financeira.

castro disse...

Bom dia a todos em especial aos prepostos da PRF, que conseguiram apreender esse arsenal de arma e colocar os vagabundos ladrõezinhos de bancos pra correr, tão correndo até agora viu vagabundagem a PRF é barril, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Anônimo disse...

parabens aos policiais, entretanto, bastante equivocado o comentário do policial a cerca da fiança. Os crimes não seriam apenas estes, existiu concurso material com diversos outros crimes. Além disso para conceder da fiança, a autoridade policial ou judicial, conforme o caso, outras circunstâncias são analisadas além da simples materialidade do crime.