quarta-feira, 11 de julho de 2012

40 pessoas foram presas por abusar sexualmente de crianças no primeiro semestre

A Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) divulgou o balanço das atividades realizadas no primeiro semestre deste ano. De acordo com os dados, cerca de 200 denúncias relacionadas a exploração sexual, em Feira de Santana, foram feitas a delegacia.

De acordo com a delegada Márcia Pereira, titular da DAI, as denúncias resultaram na instauração de 70 inquéritos judiciais e na prisão de 40 pessoas. Dentre os acusados, pais e padrastos das vítimas.

Em abril deste ano, um morador do bairro Gabriela foi preso, durante a Micareta, acusado de manipular os órgãos genitais da filha de apenas 2 anos de idade. Na delegacia, ele confessou o crime e foi preso.

Um policial militar foi presos no mês de maio acusado de abusar do filho de três anos. A denúncia foi feita pela mãe da vítima. O soldado também confessou o crime foi levado para o batalhão de choque, em Lauro de Freitas.

Em junho, um pedreiro que mantinha relações sexuais com a enteada desde que ela tinha 7 anos, foi preso depois que a garota, atualmente com 13 anos, descobriu que estava grávida. Ela teve o bebê e a mãe da vítima informou a polícia, que não desconfiava de que a filha estava sendo explorada sexualmente.

Em entrevista ao repórter Aldo Matos, do programa Acorda Cidade, a delegada lamentou o número de casos registrados na cidade e orientou os pais a observarem mais o comportamento dos filhos dentro de casa.

“ O número é preocupante porque crianças estão sendo abusadas no seio familiar por pais e padrastos. Infelizmente é um número crescente e clamamos aos pais que observem mais os filhos e as pessoas com quem eles estão convivendo”, orientou.

Disque 100

Para denunciar casos de abuso e exploração sexual infantil foi criado o serviço Disque 100. A ligação é gratuita.

De acordo com a Secretaria dos Direitos Humanos, o Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização, de acordo com a competência e as atribuições específicas, priorizando o Conselho Tutelar como porta de entrada, no prazo de 24 horas, mantendo em sigilo a identidade da pessoa denunciante.

Fonte: Acorda Cidade

Um comentário:

Anônimo disse...

a minha subrinha foi estrupada pelo proprio tio mais como ele nao foi pega em flagrante ai estar solto ia devemos fazer justica ou espera a justica dos homem da lei que dar comida e dormida de graca esse e noso Brasil