quinta-feira, 7 de junho de 2012

Mais uma cara de pau tenta visitar preso no presídio com celular, chips e carregador, desta vez escondidos em vassoura

“Enquanto nossas autoridades, ou sejam, nossos politicos não mudarem com urgencia o nosso Caduco Código Penal, vamos continuar a conviver com injustiça com a nossa sociedade. Praticamente todas as semanas de visitas que acontecem no Conjunto Penal de Feira de Santana, agentes penitenciários flagram pessoas tentando passar aparelhos celulares para dentro do presidio. Por que virou rotina, claro, os presidiários passam para seus familiares que não existem crime, quando a pessoa é flagrada passando celular para dentro do presidio, no máximo, o que ocorre, é apenas um termo circustanciado, que não da nada”. Afirma um investigador da Polícia Civil da Bahia que não quyis ser identificado.

Ainda de acordo com o investigador, “todos sabem, que os presos querem celulares dentro dos presidios, para continuarem cometendo seus crimes, mas, nossos, políticos, não se preocupam, meus politicos, os presidiários utilizam celulares, para cometerem homicidios, sequestros, latrocinios, tráfico de drogas, assaltos, entre outros tipos de crimes, apenas eles ligam para seus comparsas que estão nas ruas e ordenam tal crime”.

A CARA DE PAU
A doméstica, Ana Cristina Santos, 25 anos, moradora da rua Araújo Pinho bairro Olhos D’água foi apresentada na tarde desta quinta-feira (7) no Complexo Policial após tentar entrar no Conjunto Penal de Feira de Santana, carregando um aparelho celular, carregador e vários chips. Segundo os agentes penitenciários, ela foi flagrada com os objetos escondido em uma vassoura, durante a revista feia em todos os visitantes.

Segundo informações, a "empreguete" foi visitar seu primo, Flávio Lopes da Silva, que está preso na unidade penal. Segundo a polícia, ela pretendia entregar vassoura camuflada a Marcionílio de Jesus Santos, colega de cela do parente.

Um dos agentes informou que no presídio, existe um detector de aparelhos celulares e outros objetos, que é 100% eficaz na hora da revista. Quando a acusada foi revistada, o aparelho acusou a presença dos objetos eletrônicos.

Na delegacia, foi lavrado um termo circunstanciado do delito baseado no artigo 349 A, do Código Penal Brasileiro, que decreta uma pena de detenção de três meses a um ano. Como não existe flagrante para esse caso, a delegada plantonista Luciene Gurgia, foi obrigada a lavrar apenas o termo circunstanciado de ocorrência, que será encaminhada à justiça e posteriormente, Ana Cristina poderá ser condenada. Ela perdeu o direito de realizar visitas na unidade penal.

Apesar das constantes revistas, a polícia continua registrando flagrantes de mulheres tentando entrar na Casa de Detenção de Feira carregando celular nas partes íntimas e outros lugares.

Informações de Denivaldo Costa, com fotos do Central de Polícia.



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